Sou mestra em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, sob orientação do Prof. Dr. Peter Pál Pelbart, especialista em Linguagem Cinematográfica e Audiovisual, bacharela e licenciada em Filosofia pela Universidade Federal do Paraná,orientada pelo Prof. Dr. Marco Antonio Valentim, pós-graduanda em Tanatologia, Imunologia e Microbiologia. Trabalho profissionalmente com revisão, tradução, diagramação e formatação de textos acadêmicos e literários. Além disso, atuo como editora executiva da revista Cadernos de Subjetividade (do Núcleo de Pesquisas em Subjetividade do Programa de Estudos Pós-Graduados em Psicologia Clínica da PUC-SP) e do Jornal do CAFIL-UFPR: Devir.
Minha trajetória acadêmica se consolidou em diálogo constante com a filosofia contemporânea e seus atravessamentos, resultando em diversas publicações nacionais e internacionais, livros organizados por editoras renomadas e em um livro independente, Mire na Cabeça, fruto de minha monografia de graduação, elogiado pela crítica como “um dos livros mais originais, mais importantes de filosofia publicados no Brasil em um bom tempo”.
Atualmente, minhas investigações se concentram na figura do zumbi como uma imagem que, inicialmente marcada pela negatividade, revela-se, quando fabulada, como modelo de resistência e criação diante dos impasses do Antropoceno, do Capitalismo, do pensamento Moderno, do Colonialismo e do Patriarcado.
Minha dissertação de mestrado recebeu reconhecimentos notáveis de sua banca avaliadora. O Prof. Dr. Marco Antonio Valentim destacou a excelência do trabalho em todos os aspectos — composição, fundamentação, especulação e criação conceitual — afirmando ter encontrado “dificuldade real para sugerir algo que pudesse torná-lo melhor do que já é”. O Prof. Dr. Jonnefer F. Barbosa ressaltou sua “consistência, qualidade e potência filosófica”, descrevendo a pesquisa como “primorosa, rigorosa e profundamente original”, uma “máquina de guerra contra o idealismo persistente” e uma contribuição incontornável para a filosofia contemporânea. Já o Prof. Dr. Peter Pál Pelbart sublinhou a “perspectiva singular e originalidade extravagante” do trabalho, que, em suas palavras, “extrapola a bolha filosófica” ao produzir conceitos a partir de diálogos inesperados com o cinema, os fungos e outras materialidades.
Ao longo dos anos, colaborei com projetos nacionais e internacionais, em iniciativas que buscam não apenas expandir as fronteiras do conhecimento, mas também oferecer contribuições críticas e criativas aos desafios do nosso tempo.
